Sempre que vejo um filme épico, da época dos descobrimentos, fico divagando sobre certas coisas. Uma delas é a expressão "Novo Mundo". Historicamente falando, o descobrimento da América, gerou excitação, curiosidade, e consequentemente, uma mistura de medo e euforia, principalmente de quem se aventurava até lá.
Fico pensando o quão instigante deve ser essa sensação. Como deve ser bom isso... ter notícias de que um Novo Mundo foi descoberto... e até poder se aventurar por ele.
"Como é lá?", "Como são os seres que lá vivem?", "O que acontece naquele lugar?".
Isso dá até um pontinha de inveja, porque atualmente, já conhecemos a Terra quase toda, já brincamos bastante no nosso quintal (com muitas brincadeiras de mau gosto, por sinal)... e agora? Paradoxalmente, é da natureza do homem a necessidade e o medo do que é novo.
Sem considerar assuntos que entrem na esfera espiritual, é na imensidão de massa negra do universo infinito que vamos buscar esse "Novo Mundo" ou o uso dessa expressão virá de uma lavagem, uma purificação, um renascimento do que temos aqui?
Difícil responder. Mas é fato que a cada dia, parece mais fácil aparecerem por aí seres extraterrestres (que na minha opinião, NÃO atacarão New York) do que seres humanos que se importariam em criar um "Mundo Novo", que seja pelo menos um pouco melhor, mais justo e menos violento. Aliás, esses são os que os destruiriam por completo.
Enquanto isso, vou escolhendo outro filme...
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